domingo, 14 de dezembro de 2008
Português Procrastinador
sábado, 29 de novembro de 2008
Bases para Copos – A Panaceia dos Tempos Modernos (Reciclado)
Tenho vindo a verificar ao longo da minha curta vida que ninguém dá a devida importância às bases para copos. Esta invenção que evita o aparecimento de marcas, com formas geométricas que, por inúmeras vezes, relembram com um pouco de nostalgia aqueles redondos órgãos reprodutores que eu costumava ter, também conhecidos como testículos. Se olharmos com atenção para o passado, poderemos verificar que as BC (ou seja bases para copos, expressão que também deu origem à expressão “before Christ”) foram a origem do mundo.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
STCP, SMTUC, Carris, etc.
É uma dor que aflige a população portuguesa, quase que a doença milenar que afectou o nosso país. Podemos adivinhar que falo dos transportes públicos, mais propriamente dos serviços de autocarro.
O sentir do sovaco húmido e de odor agradável a raspar nas nossas angélicas caras. O contínuo tagarelar histérico de uma sociedade hipocondríaca, a história há muito escondida acerca da filha da tia do Sr. Arménio, que se casou com um doutor (a filha, não a tia e muito menos o Sr. Arménio), doutor esse que se revelou um crápula ao ser encontrado trajado que nem uma menina a fazer o amor com terceiros.
Todos nós conhecemos a sensação. Entrar num autocarro, temendo ser abordado por todo um mundo de histórias desinteressantes acerca de problemas da ciática ou da Primavera que chegou mais cedo este ano. Mas não me interpretem mal, nada tenho contra pessoas antigas. Apenas contra pessoas antigas que se vitimam.
Outra coisa que tenho vindo a reparar ao longo do tempo, é a alegria com que as ditas pessoas exibem o seu mais novo ferimento, enquanto que um esgar de inveja se apossa da face dos seus interlocutores, pertencentes à mesma categoria. A felicidade com que anunciam uma consulta no médico, o sorriso que exibem ao dizer:"Eu já sofri muito, menina!" . São como que um indicador de prestígio na terceira idade, o sofrimento e as mazelas. Peço de novo a vossa indulgência, não pretendo de qualquer forma diminuir o sofrimento de tais senhoras, apenas constatar factos.
Imensas conversas podem ser escutadas em tais locais, conversas que variam entre os mais diversos temas, desde a idade da perda de virgindade (verídico, conversa efectuada por três pessoas antigas) até ao nabo que desempenhará uma função activa na refeição dessa noite.
Assim, concluo este texto idiota sem quaisquer funções sociais activas manifestando o meu desagrado perante autocarros em excesso de velocidade. É doentio. Temos que ajudar a travar este flagelo. Tenho dito. Cocó.
Nota de Rodapé:
sábado, 1 de novembro de 2008
Crítica Literária II
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Humano à Le Chefe Pièrre
Ingredientes:
• 1 kg de pá de humano
• 2 cebolas
• 4 dentes de alho
• 50 gr de margarina ou banha humana (adquirida em hospitais especializados em lipo-aspiração)
• 2 colheres de sopa de azeite
• 1 folha de louro
• Sal e piripiri q.b.
• 2 dl de vodka Putinovski
• 4 pimentos vermelhos
• 1 colher de chá de colorau
• Fatias finas de pão torrado
Preparação:
Limpe a pá de humano de peles, gorduras e ossos e corte a carne em cubos.
Leve a margarina ou banha de humano e o azeite ao lume, aloure a cebola e os alhos picados. Junte a folha de louro e a carne e mexa para que esta aloure de todos os lados. Tempere com sal e piripiri e regue com a vodka Putinovski.
Lave os pimentos, retire-lhes as sementes e corte-os em tiras finas.
Junte à carne, polvilhe com o colorau, tape o tacho e deixe cozer sobre o lume brando durante cerca de 1 hora, até que a carne esteja tenra.
Sirva sobre as fatias de pão torrado.
Dica do Sr. Rebolo “O Defensor do Ambiente”:
De modo a não desperdiçar nada, aproveite os restos da gordura que podem ser utilizados no fabrico de bombas caseiras. Seja amigo de todos e reutilize.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Deitai os pratos abaixo!
Pratos, por que falais tanto
Se, lavados em pranto
Insistem a gordura não despir?
Será que a ostentam com brio?
Ou simplesmente, terão frio
Se não estiver lá, para vos proteger?
E vós, Garfos!
De que vos serve tanto cantar
Se com vossos dentes
Espantais as gentes
Que laboriosamente vos tentam lavar?
Oh copos, de vidro frágil
Perante a vossa compostura
Não sou eu ágil…
Porém gabo-vos a facilidade
E a suprema felicidade
Que é de vós o sumo tirar!
E as canecas?
De tão carecas
Das natas fazem cabelo.
Cala-se-me a paciência
Perante a sua prepotência
De chávena a refilar.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Máxima de Hoje
domingo, 28 de setembro de 2008
O Mundo do Hi5

Adoptai este Pokemon em : http://adolfinho-himmler.hi5.com/
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Crítica Literária
Texto escrito por: Lídia e Kenzo