Quer um bom bife de humano? Não sabe como proceder à preparação de tal iguaria? Pois leia a sugestão do Chefe Pièrre desta semana e saiba como trazer alegria ao almoço de Domingo.
Ingredientes:
• 1 kg de pá de humano
• 2 cebolas
• 4 dentes de alho
• 50 gr de margarina ou banha humana (adquirida em hospitais especializados em lipo-aspiração)
• 2 colheres de sopa de azeite
• 1 folha de louro
• Sal e piripiri q.b.
• 2 dl de vodka Putinovski
• 4 pimentos vermelhos
• 1 colher de chá de colorau
• Fatias finas de pão torrado
Preparação:
Limpe a pá de humano de peles, gorduras e ossos e corte a carne em cubos.
Leve a margarina ou banha de humano e o azeite ao lume, aloure a cebola e os alhos picados. Junte a folha de louro e a carne e mexa para que esta aloure de todos os lados. Tempere com sal e piripiri e regue com a vodka Putinovski.
Lave os pimentos, retire-lhes as sementes e corte-os em tiras finas.
Junte à carne, polvilhe com o colorau, tape o tacho e deixe cozer sobre o lume brando durante cerca de 1 hora, até que a carne esteja tenra.
Sirva sobre as fatias de pão torrado.
Dica do Sr. Rebolo “O Defensor do Ambiente”:
De modo a não desperdiçar nada, aproveite os restos da gordura que podem ser utilizados no fabrico de bombas caseiras. Seja amigo de todos e reutilize.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Deitai os pratos abaixo!
Eis um pequeno poema, que espero poder traduzir em música um dia destes, dedicado à odiosa actividade que é a lavagem da loiça.
Pratos, por que falais tanto
Se, lavados em pranto
Insistem a gordura não despir?
Será que a ostentam com brio?
Ou simplesmente, terão frio
Se não estiver lá, para vos proteger?
E vós, Garfos!
De que vos serve tanto cantar
Se com vossos dentes
Espantais as gentes
Que laboriosamente vos tentam lavar?
Oh copos, de vidro frágil
Perante a vossa compostura
Não sou eu ágil…
Porém gabo-vos a facilidade
E a suprema felicidade
Que é de vós o sumo tirar!
E as canecas?
De tão carecas
Das natas fazem cabelo.
Cala-se-me a paciência
Perante a sua prepotência
De chávena a refilar.
Pratos, por que falais tanto
Se, lavados em pranto
Insistem a gordura não despir?
Será que a ostentam com brio?
Ou simplesmente, terão frio
Se não estiver lá, para vos proteger?
E vós, Garfos!
De que vos serve tanto cantar
Se com vossos dentes
Espantais as gentes
Que laboriosamente vos tentam lavar?
Oh copos, de vidro frágil
Perante a vossa compostura
Não sou eu ágil…
Porém gabo-vos a facilidade
E a suprema felicidade
Que é de vós o sumo tirar!
E as canecas?
De tão carecas
Das natas fazem cabelo.
Cala-se-me a paciência
Perante a sua prepotência
De chávena a refilar.
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